O CV deve/não deve conter:
•Dados básicos como o teu nome completo, idade, cidade, etc.
•Uma fotografia tua, não das que postas nas redes sociais, lembra-te que queres passar uma imagem profissional;
•Os teus contactos, não coloques o email que criaste em criança com o nome do teu personagem favorito ou a alcunha que te davam na escola, o endereço deve ser simples e sério;
•As tuas competências linguísticas! Que línguas falas e qual o nível de proficiência;
•As tuas competências, não só a nível profissional (incluindo estágios e trabalhos temporários), mas também competências sociais que fazem parte de ti e que podem ser interessantes para a empresa, e função, em que queres ingressar. Algumas das Soft Skills mais valorizadas são a empatia e motivação.
•A tua experiência, que deve estar ordenada de forma cronológica. Grande parte do teu currículo vai se destinar à enumeração e breve descrição do que já fizeste na tua vida (o teu percurso académico e as tuas experiências laborais). Acrescenta também as atividades que reforcem as Soft Skills que descreveste, como ações de voluntariado e participação em projetos.
•Revê sempre o teu currículo antes de enviar! Coloca-te no lugar do recrutador e percebe se é um currículo que se destacaria entre centenas e, igualmente importante, não contenha erros.
Como dicas finais:
Se tiveres oportunidade adiciona, em anexo, uma carta de motivação que complemente o que foi referido no CV propriamente dito e descreva o porquê de seres uma mais-valia e a pessoa ideal para o cargo.
É muito importante que nunca pares de querer fazer o teu currículo crescer. Não te acomodes! Percebe que o mercado de trabalho, tal como qualquer outro, está em constante desenvolvimento e que cada vez mais as competências tecnológicas são valorizadas.
Há todo um mundo de experiências enriquecedoras que podes explorar, desde conferências e palestras de pessoas que podem acrescentar muito ao teu conhecimento até, quem sabe, um regresso aos estudos…